Vai Morrer do Mesmo Jeito
Muita gente anda dizendo:
- Nem de Longe eu penso em morte
Eu quero é gozar a vida
Ser feliz, ter muita sorte!
Esquece que ao nascimento
Sucede o falecimento
E este é o grande preceito
Pois o corpo envelhecendo
Mesmo o “cabra” maldizendo
Vai morrer do mesmo jeito!
Aqui ninguém é poupado
Sendo rico, ou sendo pobre,
Homem, mulher, branco, negro
A lei a ninguém encobre
Ignorante, cientista,
Analfabeto, artista...
Aqui não há preconceito
Ninguém se ache no cúmulo
De querer fugir do túmulo
Vai morrer do mesmo jeito!
Tem gente tão apegada
Que não quer envelhecer
Quando nasce uma ruguinha
Apressado vai fazer
Uma cirurgia plástica
Sua atitude é tão drástica
É “lipo” esticando o peito
Mas quando a hora é chegada
A máquina dá uma parada
Morre-se do mesmo jeito!
Caboclo que teme a morte
De tanto pensar nos erros
Não faz visita a doente,
Nem a velório ou enterros...
Mas só basta um desarranjo
Pra este sonhar com os anjos
Com os querubins e os eleitos
No seu velório é o assunto:
- Mesmo sem ver um defunto
Se esticou do mesmo jeito.
Agora eu fico olhando
E penso sem nenhum erro:
- Será que vai demorar
O dia do seu enterro?
Quem sabe a hora "malsã"?
Será hoje ou amanhã?
E imaginando direito
Já vejo um cacho de flores
Pois tendo ou não tendo dores
Vai morrer do mesmo Jeito!
Você aí, como vai?
Nunca esqueça neste plano
De que a morte é a certeza
Na existência do ser humano
Faça mais caridade
Aumente a sua bondade
Mude de valor e conceito
Que a vida é uma viagem
Que tendo ou sem ter bagagem
Vai morrer do mesmo jeito!
Merlânio Maia
Este é um blog de arquivo
ESTE BLOG É UM ARQUIVO DE POESIAS DO BLOG CARLOS ESPÍRITA - Visite: http://carlosespirita.blogspot.com/ Todo conteúdo deste blog é publico. Copie, imprima ou poste textos e imagens daqui em outros blogs. Vamos divulgar o Espiritismo.
sábado, 28 de janeiro de 2012
sábado, 21 de janeiro de 2012
O Amor Sempre Há de Vencer
Quando a dor te alcançar
E o teu peito se encharcar
Te fazendo esmorecer
Olha as estrelas e vai
Lembra-te do eterno Pai
O amor sempre há de vencer.
Se a saúde te falta
Se a dor moral de assalta
E a sombra te envolver
Te entrega em vibrante prece
Pois Deus jamais te esquece
O amor sempre há de vencer.
Se alguém te ferir a alma
Perdoa, segue e te acalma
Não te permitas descer
Segue sem olhar para trás
Servindo andarás em paz
O amor sempre há de vencer.
Mesmo na treva mais densa
Aumenta mais tua crença
Faz a luz da fé arder
Vê que após a tempestade
Há mais fartura e bondade
O amor sempre há de vencer.
No mais terrível degredo
Permanece sem ter medo
Há sempre um alvorecer
Se a dor te joga na cama
Escuta o Pai que te ama
O amor sempre há de vencer.
Se te sentes fraquejar
Ora e espera o Sol raiar
Ilumina mais o teu ser
Nada temas, segue adiante
Qual fonte tonificante
O amor sempre há de vencer
Se ao norte há perseguição
Ao sul há desilusão
No leste o abismo crescer
Se a Oeste vem o assalto
O amparo virá do alto
O amor sempre há de vencer.
És herdeiro do universo
Um nobre ainda disperso
Buscando se conhecer
Filho do eterno reinado
E com Deus sempre ao teu lado
O amor sempre há de vencer.
Poema de Merlânio Maia
Quando a dor te alcançar
E o teu peito se encharcar
Te fazendo esmorecer
Olha as estrelas e vai
Lembra-te do eterno Pai
O amor sempre há de vencer.
Se a saúde te falta
Se a dor moral de assalta
E a sombra te envolver
Te entrega em vibrante prece
Pois Deus jamais te esquece
O amor sempre há de vencer.
Se alguém te ferir a alma
Perdoa, segue e te acalma
Não te permitas descer
Segue sem olhar para trás
Servindo andarás em paz
O amor sempre há de vencer.
Mesmo na treva mais densa
Aumenta mais tua crença
Faz a luz da fé arder
Vê que após a tempestade
Há mais fartura e bondade
O amor sempre há de vencer.
No mais terrível degredo
Permanece sem ter medo
Há sempre um alvorecer
Se a dor te joga na cama
Escuta o Pai que te ama
O amor sempre há de vencer.
Se te sentes fraquejar
Ora e espera o Sol raiar
Ilumina mais o teu ser
Nada temas, segue adiante
Qual fonte tonificante
O amor sempre há de vencer
Se ao norte há perseguição
Ao sul há desilusão
No leste o abismo crescer
Se a Oeste vem o assalto
O amparo virá do alto
O amor sempre há de vencer.
És herdeiro do universo
Um nobre ainda disperso
Buscando se conhecer
Filho do eterno reinado
E com Deus sempre ao teu lado
O amor sempre há de vencer.
Poema de Merlânio Maia
sábado, 14 de janeiro de 2012
Anseio de Amor
Quando me vi, depois da morte
E reclamei contra a fogueira
Em sublime transporte.
Que me havia calcinado a vida inteira
Pela sede de Amor...
Quando aleguei que fora, em toda a estrada.
Folha ao vento.
Andorinha esmagada
Sob o trator do sofrimento.
Quando exaltei a minha dor
Mágoa de quem amará sempre em vão
Farta de incompreensão...
Alguém chegou junto de mim
E disse assim
Tão cansada e infeliz
Que noticias me dá do vale fundo
De provação.
Onde a criatura de tanto padecer
Não consegue saber.
Se sofre ou não?
Você, que diz a seio morto
Que me pode falar
Dos meninos sem pão e sem conforto
Das mulheres sem lar
Dos enfermos sozinhos
Que a febre e a dor
Esmagam nos caminhos.
Sem sequer um lençol
Ou a benção de uma prece.
Dando graças a Deus
quando a morte aparece?
Você, Maria Dolores
Que afirma ter amado tanto
E que deve ter visto
O sacrifício e o pranto
De quem Clama por Cristo.
Suplicando o carinho que não tem
Que me pode contar daquelas outras dores
Daquelas outras aflições
Dos que choram trancados
Em manicômios e prisões.
Buscando amor, pedindo amor
Exaustos de tristeza e amargura
Como feras na grade
morrendo de secura
De solidão, de angustia
E de saudades.
Bem - querer!... Bem - querer!...
Ai de mim, que nada pude responder!
Que tortura, meu Deus a verdade, no Além!
Calei-me, envergonhada...
Eu apenas queria ser amada
nunca amara ninguém...
Maria Dolores
Quando me vi, depois da morte
E reclamei contra a fogueira
Em sublime transporte.
Que me havia calcinado a vida inteira
Pela sede de Amor...
Quando aleguei que fora, em toda a estrada.
Folha ao vento.
Andorinha esmagada
Sob o trator do sofrimento.
Quando exaltei a minha dor
Mágoa de quem amará sempre em vão
Farta de incompreensão...
Alguém chegou junto de mim
E disse assim
Tão cansada e infeliz
Que noticias me dá do vale fundo
De provação.
Onde a criatura de tanto padecer
Não consegue saber.
Se sofre ou não?
Você, que diz a seio morto
Que me pode falar
Dos meninos sem pão e sem conforto
Das mulheres sem lar
Dos enfermos sozinhos
Que a febre e a dor
Esmagam nos caminhos.
Sem sequer um lençol
Ou a benção de uma prece.
Dando graças a Deus
quando a morte aparece?
Você, Maria Dolores
Que afirma ter amado tanto
E que deve ter visto
O sacrifício e o pranto
De quem Clama por Cristo.
Suplicando o carinho que não tem
Que me pode contar daquelas outras dores
Daquelas outras aflições
Dos que choram trancados
Em manicômios e prisões.
Buscando amor, pedindo amor
Exaustos de tristeza e amargura
Como feras na grade
morrendo de secura
De solidão, de angustia
E de saudades.
Bem - querer!... Bem - querer!...
Ai de mim, que nada pude responder!
Que tortura, meu Deus a verdade, no Além!
Calei-me, envergonhada...
Eu apenas queria ser amada
nunca amara ninguém...
Maria Dolores
sábado, 24 de dezembro de 2011
Mãos
Harpas de amor tangendo de mansinho
A musica do bem ditosa e bela
As mãos guardam a luz que te revela
A mensagem de paz e de carinho.
Não te digas inútil ou sozinho...
Na existência mais triste ou mais singela
Nas mãos todo um tesouro se encastela
Derramando-se em bênçãos no caminho.
Ara, semeia, tece, afaga e ajuda...
Mãos no trabalho são a prece muda
De nosso coração, vencendo espaços...
E, aprendendo com Cristo, ante o futuro
Tuas mãos como servas do amor puro
São estrelas fulgindo nos teus braços.
Alta de Souza
Harpas de amor tangendo de mansinho
A musica do bem ditosa e bela
As mãos guardam a luz que te revela
A mensagem de paz e de carinho.
Não te digas inútil ou sozinho...
Na existência mais triste ou mais singela
Nas mãos todo um tesouro se encastela
Derramando-se em bênçãos no caminho.
Ara, semeia, tece, afaga e ajuda...
Mãos no trabalho são a prece muda
De nosso coração, vencendo espaços...
E, aprendendo com Cristo, ante o futuro
Tuas mãos como servas do amor puro
São estrelas fulgindo nos teus braços.
Alta de Souza
sábado, 17 de dezembro de 2011
CONTRASTE
Existe tanta dor desconhecida
Ferindo as almas pelo mundo afora
Tanto amargor de espírito que chora
Em cansaços nas lutas pela vida.
E há também os reflexos a aurora
De ventura, que torna a alma florida
A alegria fulgente e estremecida
Aureolada de luz confortadora.
Há, porém, tanta dor em demasia
Sobrepujando instantes de alegria
Tal desalento e tantas desventuras
Que o coração dormente, a pleno gozo
Deve fugir das horas de repouso
Minorando as alheias amarguras.
Espírito: Auta de Souza
Fonte da imagem: Internet Google.
Existe tanta dor desconhecida
Ferindo as almas pelo mundo afora
Tanto amargor de espírito que chora
Em cansaços nas lutas pela vida.
E há também os reflexos a aurora
De ventura, que torna a alma florida
A alegria fulgente e estremecida
Aureolada de luz confortadora.
Há, porém, tanta dor em demasia
Sobrepujando instantes de alegria
Tal desalento e tantas desventuras
Que o coração dormente, a pleno gozo
Deve fugir das horas de repouso
Minorando as alheias amarguras.
Espírito: Auta de Souza
Fonte da imagem: Internet Google.
sábado, 10 de dezembro de 2011
Lei da Vida
Indagas, muita vez, alma querida e boa,
Como recuperar a fé perdida,
Quando alguém te vergasta o coração e a vida,
A ofender e ferir, a espancar e humilhar. . .
Sai de ti mesmo e fita o mundo em torno,
Todas as forças lutam, entretanto,
A natureza pede em cada canto:
Renovar, renovar. . .
A noite envolve a terra em longa faixa,
Mas a terra em silêncio espera o dia
E o sol dissipa a névoa espessa e fria,
Simplesmente a brilhar. . .
Alteia-se a manhã, o trabalho enxameia. . .
Do pó ao firmamento em novo brilho,
Ouve-se, em toda parte, o sagrado estribilho:
Renovar, renovar. . .
A semente lançada ao barro agreste
Sobre o assalto do lodo que a devora,
Mas o embrião resiste, luta e aflora,
No anseio de ser pão e alegria no lar. . .
A princípio, é um rebento pobre e frágil,
Tolera praga e temporal violento,
Faz-se árvore linda e canta entre as notas do vento:
Renovar, renovar. . .
Arrebatada a pedra ao chão da furna
Quer descanso, sem garbos de obra – prima,
Contudo, o artista chega, corta e lima
A brumir e a sonhar. . .
Ei-la que escala os topos da escultura
E, estátua em que se estampa a essência da beleza,
Diz à vida que a busca, encantada e surpresa:
Renovar, renovar. . .
Assim também, alma querida e boa,
Se alguém te impôs olvido, abandono e amargura,
Segue, serve e perdoa o golpe que te apura,
Esquecendo o desprezo e procurando amar. . .
E ouvirás claramente, entre ascensões mais belas,
Ante a fé no porvir luminoso e risonho,
A própria voz do céu, ao restaurar-te o sonho:
Renovar, renovar. . .
Livro: Encontro de Paz – Médium: Chico Xavier – Espírito: Maria Dolores.
Indagas, muita vez, alma querida e boa,
Como recuperar a fé perdida,
Quando alguém te vergasta o coração e a vida,
A ofender e ferir, a espancar e humilhar. . .
Sai de ti mesmo e fita o mundo em torno,
Todas as forças lutam, entretanto,
A natureza pede em cada canto:
Renovar, renovar. . .
A noite envolve a terra em longa faixa,
Mas a terra em silêncio espera o dia
E o sol dissipa a névoa espessa e fria,
Simplesmente a brilhar. . .
Alteia-se a manhã, o trabalho enxameia. . .
Do pó ao firmamento em novo brilho,
Ouve-se, em toda parte, o sagrado estribilho:
Renovar, renovar. . .
A semente lançada ao barro agreste
Sobre o assalto do lodo que a devora,
Mas o embrião resiste, luta e aflora,
No anseio de ser pão e alegria no lar. . .
A princípio, é um rebento pobre e frágil,
Tolera praga e temporal violento,
Faz-se árvore linda e canta entre as notas do vento:
Renovar, renovar. . .
Arrebatada a pedra ao chão da furna
Quer descanso, sem garbos de obra – prima,
Contudo, o artista chega, corta e lima
A brumir e a sonhar. . .
Ei-la que escala os topos da escultura
E, estátua em que se estampa a essência da beleza,
Diz à vida que a busca, encantada e surpresa:
Renovar, renovar. . .
Assim também, alma querida e boa,
Se alguém te impôs olvido, abandono e amargura,
Segue, serve e perdoa o golpe que te apura,
Esquecendo o desprezo e procurando amar. . .
E ouvirás claramente, entre ascensões mais belas,
Ante a fé no porvir luminoso e risonho,
A própria voz do céu, ao restaurar-te o sonho:
Renovar, renovar. . .
Livro: Encontro de Paz – Médium: Chico Xavier – Espírito: Maria Dolores.
sábado, 3 de dezembro de 2011
SONHO
Em minha juventude estive à espera.
De um malogrado sonho superior,
- Esperança divina – que eu quisera
ver aureolada por um grande amor!
Mas não pude esperar quanto devera
Nos carreiros aspérrimos da dor,
Sem fé, que era os meus olhos a quimera
Do pensamento mistificador.
Meu erro foi descrer porque, deserto
O coração, somente acreditei
Na morte, o grande abismo – o nada incerto.
Oh! O maior dos enganos perpetrados!
Pois no meu sonho altíssimo de rei,
Achei a dor dos grandes condenados!
Livro: Lira Imortal - Médium: Chico Xavier - Espírito: Hermes Fontes.
Em minha juventude estive à espera.
De um malogrado sonho superior,
- Esperança divina – que eu quisera
ver aureolada por um grande amor!
Mas não pude esperar quanto devera
Nos carreiros aspérrimos da dor,
Sem fé, que era os meus olhos a quimera
Do pensamento mistificador.
Meu erro foi descrer porque, deserto
O coração, somente acreditei
Na morte, o grande abismo – o nada incerto.
Oh! O maior dos enganos perpetrados!
Pois no meu sonho altíssimo de rei,
Achei a dor dos grandes condenados!
Livro: Lira Imortal - Médium: Chico Xavier - Espírito: Hermes Fontes.
sábado, 26 de novembro de 2011
A Prece
Raios de amor em sintonia com Jesus,
o pensamento é a freqüência
A Prece a Divina luz...
A Prece é o alimento espiritual
que nos ilumina o coração,
assim nos ensinastes Jesus,
ante a inquisição...
Com o pensamento em equilíbrio,
emitindo raios de bondade
é o Espírito assimilando a
Verdadeira caridade...
Vigiai e orai pela senda da evolução,
ampare, auxilie
em forma de oração...
O pensamento é tudo, a forma não é nada,
assim disse a Espiritualidade,
em uma resposta formada...
Se o egoísmo e o orgulho,
Invadem-lhe o ser.
Pratique a Prece e conheça
o teu santo poder...
Rogando ao Mestre Jesus, pela
Prece de cada dia,
termino assim, agradecendo em
forma de poesia...
Autor: Denílson Ferreira da Silva
Raios de amor em sintonia com Jesus,
o pensamento é a freqüência
A Prece a Divina luz...
A Prece é o alimento espiritual
que nos ilumina o coração,
assim nos ensinastes Jesus,
ante a inquisição...
Com o pensamento em equilíbrio,
emitindo raios de bondade
é o Espírito assimilando a
Verdadeira caridade...
Vigiai e orai pela senda da evolução,
ampare, auxilie
em forma de oração...
O pensamento é tudo, a forma não é nada,
assim disse a Espiritualidade,
em uma resposta formada...
Se o egoísmo e o orgulho,
Invadem-lhe o ser.
Pratique a Prece e conheça
o teu santo poder...
Rogando ao Mestre Jesus, pela
Prece de cada dia,
termino assim, agradecendo em
forma de poesia...
Autor: Denílson Ferreira da Silva
sábado, 19 de novembro de 2011
CONCEPÇÃO
Trazes hoje no teu ventre
O fruto do teu amor
Uma pequena semente
Plantada por teu senhor.
Mantêm-se calma e serena
Estando pronta para amar
Uma alma que milena
Deseja por ti, voltar.
Pode ser um grande amigo
Que pediu ao criador
Para vir viver contigo
A plenitude do amor.
Ser mãe é missão sublime
Mas tens um passado antigo
O “céu” talvez aproxime
De ti, um grande inimigo
Recebe de braços abertos
Essa alma que retorna
O “céu” fica bem mais perto
Daquela que mãe se torna.
Médium: Lúcia – Espírito: Um Amigo Poeta.
Trazes hoje no teu ventre
O fruto do teu amor
Uma pequena semente
Plantada por teu senhor.
Mantêm-se calma e serena
Estando pronta para amar
Uma alma que milena
Deseja por ti, voltar.
Pode ser um grande amigo
Que pediu ao criador
Para vir viver contigo
A plenitude do amor.
Ser mãe é missão sublime
Mas tens um passado antigo
O “céu” talvez aproxime
De ti, um grande inimigo
Recebe de braços abertos
Essa alma que retorna
O “céu” fica bem mais perto
Daquela que mãe se torna.
Médium: Lúcia – Espírito: Um Amigo Poeta.
sábado, 12 de novembro de 2011
SUBLIME ENCONTRO
Se procuras o Cristo Soberano,
Por excelso refúgio às próprias dores,
Busca, hoje e amanhã, por onde fores,
O torturado coração humano.
Desce ao vale dos grandes amargores,
Onde revelam sofrimento insano
A aflição, a miséria e o desengano,
Entre flagelos purificadores.
Desce à feição do sol na noite fria,
Guardando a caridade por teu guia,
Ajudando e servindo cada hora...
E, ante a luz da Divina Primavera,
Encontrarás o Cristo que te espera,
Crucificado em cada ser que chora.
Médium: Chico Xavier – Espírito: Auta de Souza.
Se procuras o Cristo Soberano,
Por excelso refúgio às próprias dores,
Busca, hoje e amanhã, por onde fores,
O torturado coração humano.
Desce ao vale dos grandes amargores,
Onde revelam sofrimento insano
A aflição, a miséria e o desengano,
Entre flagelos purificadores.
Desce à feição do sol na noite fria,
Guardando a caridade por teu guia,
Ajudando e servindo cada hora...
E, ante a luz da Divina Primavera,
Encontrarás o Cristo que te espera,
Crucificado em cada ser que chora.
Médium: Chico Xavier – Espírito: Auta de Souza.
sábado, 5 de novembro de 2011
SONHA!
Vive, como quem sonha a vida inteira,
Uma paisagem primorosa e bela,
Como um céu safirino que se estrela
De luz e que essa luz toda te queira.
Vive como quem sonha, rindo à beira
De um lago azul, mirando a caravela
Da esperança, suavíssima e singela,
Nosso amparo na mágoa derradeira.
Converte em canto as tuas agonias,
Pois que outra vida além da morte espera
Todos os seres, todas as criaturas!
A fé clareia as noites mais sombrias,
Fazendo-te entrever a primavera
Que despetala flores nas alturas.
Livro: Lira Imortal – Médium: Chico Xavier – Espírito: Olavo Bilac.
Vive, como quem sonha a vida inteira,
Uma paisagem primorosa e bela,
Como um céu safirino que se estrela
De luz e que essa luz toda te queira.
Vive como quem sonha, rindo à beira
De um lago azul, mirando a caravela
Da esperança, suavíssima e singela,
Nosso amparo na mágoa derradeira.
Converte em canto as tuas agonias,
Pois que outra vida além da morte espera
Todos os seres, todas as criaturas!
A fé clareia as noites mais sombrias,
Fazendo-te entrever a primavera
Que despetala flores nas alturas.
Livro: Lira Imortal – Médium: Chico Xavier – Espírito: Olavo Bilac.
sábado, 22 de outubro de 2011
CONVERSA COM DEUS
Hoje não precisa ter pressa
Pra fazer a tua prece
Chame Deus para uma conversa
Como entre amigos acontece.
Não tem importância a hora
Deus está sempre disponível
De manhã, de noite ou agora
Essa conversa é possível.
Deus é força suprema
Mas também é humildade
Conte a ele teus problemas
Diga somente a verdade.
Fale de tua miséria
Talvez assim a suporte
Diga que és muito matéria
E o medo que tens da morte.
Fale do teu pessimismo
Que teu espírito consente
Também do teu egoísmo
Na tua vida presente.
Agradeça as coisas boas
Que a vida te concedeu
Os amigos e as pessoas
Que também ela te deu.
Conte a Deus os teus segredos
Escondidos na tua alma
E também dos teus medos
E a causa de tanto trauma.
Fique agora bem atento
Descobristes um grande amigo
E ouvirás os conselhos
De um Pai que está contigo.
Médium: Lúcia – Espírito: Um Amigo Poeta.
Hoje não precisa ter pressa
Pra fazer a tua prece
Chame Deus para uma conversa
Como entre amigos acontece.
Não tem importância a hora
Deus está sempre disponível
De manhã, de noite ou agora
Essa conversa é possível.
Deus é força suprema
Mas também é humildade
Conte a ele teus problemas
Diga somente a verdade.
Fale de tua miséria
Talvez assim a suporte
Diga que és muito matéria
E o medo que tens da morte.
Fale do teu pessimismo
Que teu espírito consente
Também do teu egoísmo
Na tua vida presente.
Agradeça as coisas boas
Que a vida te concedeu
Os amigos e as pessoas
Que também ela te deu.
Conte a Deus os teus segredos
Escondidos na tua alma
E também dos teus medos
E a causa de tanto trauma.
Fique agora bem atento
Descobristes um grande amigo
E ouvirás os conselhos
De um Pai que está contigo.
Médium: Lúcia – Espírito: Um Amigo Poeta.
sábado, 15 de outubro de 2011
LEMBRETES
Respeito firme e bom nome
Na Terra sempre granjeia
Quem cuida da própria vida,
Sem julgar a vida alheia.
Corrigendas incessantes,
Contínua severidade,
Gritarias por sistema,
São perdas de autoridade.
Por sedas e por baixelas
Não provoques inimigos.
Há muita jóia enterrada
No triste pó dos jazigos.
Na comunhão com parentes
Não te habitues a gritar.
A benção da gentileza
É a caridade no lar.
Quem cria, gasta vibrando.
Sangue, suor, coração. . .
Quem critica, só despende.
Brilhante conversação.
Guarde a ordem mais cautela
No zelo com que se atiça.
Muito rigor no direito
É prática de injustiça.
Controla teus sentimentos,
Sustenta serenidade.
Pessoa de maus impulsos
É fera em liberdade.
A caridade real,
Que nasce do coração,
Desconhece totalmente
As pedras da ingratidão.
Para indicar o defeito,
Para enxergar a má parte,
Toda a gente neste mundo
Tem sempre bom gosto e arte.
Homem com pressa no bem,
Cujo passo não recua,
Não consegue reparar
O cão que ladra na rua.
Livro: Gotas de Luz – Médium: Chico Xavier – Espírito: Casemiro Cunha.
Respeito firme e bom nome
Na Terra sempre granjeia
Quem cuida da própria vida,
Sem julgar a vida alheia.
Corrigendas incessantes,
Contínua severidade,
Gritarias por sistema,
São perdas de autoridade.
Por sedas e por baixelas
Não provoques inimigos.
Há muita jóia enterrada
No triste pó dos jazigos.
Na comunhão com parentes
Não te habitues a gritar.
A benção da gentileza
É a caridade no lar.
Quem cria, gasta vibrando.
Sangue, suor, coração. . .
Quem critica, só despende.
Brilhante conversação.
Guarde a ordem mais cautela
No zelo com que se atiça.
Muito rigor no direito
É prática de injustiça.
Controla teus sentimentos,
Sustenta serenidade.
Pessoa de maus impulsos
É fera em liberdade.
A caridade real,
Que nasce do coração,
Desconhece totalmente
As pedras da ingratidão.
Para indicar o defeito,
Para enxergar a má parte,
Toda a gente neste mundo
Tem sempre bom gosto e arte.
Homem com pressa no bem,
Cujo passo não recua,
Não consegue reparar
O cão que ladra na rua.
Livro: Gotas de Luz – Médium: Chico Xavier – Espírito: Casemiro Cunha.
sábado, 8 de outubro de 2011
Cenáculo Divino
Na subida cristã, procura o asilo
Que o coração cansado te oferece,
Lá dentro a fé sublime refloresce
Aureolada de júbilo tranqüilo.
Para atender ao Mestre, para ouvi-lo
Acende, fervoroso, a luz da prece...
E que teu sonho, em lágrimas, se expresse
No mais santo e mais íntimo sigilo.
Verte a agonia amarga do teu peito
Nas dadivosas mãos do amigo Eleito
E alça o dorido olhar de peregrino.
E eis que Jesus, na bênção que te acalma
Surgirá redivivo na tua alma
Convertida em cenáculo divino.
Auta de Souza
Na subida cristã, procura o asilo
Que o coração cansado te oferece,
Lá dentro a fé sublime refloresce
Aureolada de júbilo tranqüilo.
Para atender ao Mestre, para ouvi-lo
Acende, fervoroso, a luz da prece...
E que teu sonho, em lágrimas, se expresse
No mais santo e mais íntimo sigilo.
Verte a agonia amarga do teu peito
Nas dadivosas mãos do amigo Eleito
E alça o dorido olhar de peregrino.
E eis que Jesus, na bênção que te acalma
Surgirá redivivo na tua alma
Convertida em cenáculo divino.
Auta de Souza
sábado, 1 de outubro de 2011
Conselhos
Não culpe nunca a serpente
Pois não morde por prazer.
Dá o bote simplesmente
Para assim se defender.
Quando estiveres ascendendo
Será por caminhos ásperos.
Não há vitória sem sacrifício
E a ilusão é sempre fácil.
Procure semear o bem
Amanhã colherás o fruto.
Ame sem olhar a quem
E serás um irmão justo.
Desapegue da matéria
Que só impureza encobre.
Jesus preferiu a miséria
Mas podia ter sido nobre.
Toda mentira é maligna
Não é ouro, tudo que brilha.
Procure ao menos ser digno
E encontrarás a saída.
Se esta pesada a cruz
E o teu corpo muito cansado.
Lembre-se porém do mestre Jesus
Que a carregou sem nenhum pecado.
Médium: Aurelucia – Espírito: Um Amigo Poeta.
Não culpe nunca a serpente
Pois não morde por prazer.
Dá o bote simplesmente
Para assim se defender.
Quando estiveres ascendendo
Será por caminhos ásperos.
Não há vitória sem sacrifício
E a ilusão é sempre fácil.
Procure semear o bem
Amanhã colherás o fruto.
Ame sem olhar a quem
E serás um irmão justo.
Desapegue da matéria
Que só impureza encobre.
Jesus preferiu a miséria
Mas podia ter sido nobre.
Toda mentira é maligna
Não é ouro, tudo que brilha.
Procure ao menos ser digno
E encontrarás a saída.
Se esta pesada a cruz
E o teu corpo muito cansado.
Lembre-se porém do mestre Jesus
Que a carregou sem nenhum pecado.
Médium: Aurelucia – Espírito: Um Amigo Poeta.
sábado, 24 de setembro de 2011
Lembrai a Chama
Vós que buscais além da sepultura
A resposta de luz da Eternidade,
Nunca olvideis a Excelsa Claridade,
Que reside convosco em noite escura.
Somos todos a Grande Humanidade,
Em direção à Fonte Eterna e Pura,
Somos em toda parte a criatura
Buscando os dons supremos da Verdade.
Tendes convosco a Chama Adormecida...
Rogamos acendais a Luz da Vida,
Já que buscais mais crença junto a nós!
Se quiserdes brilhar nos Outros Planos,
Ó torturados corações humanos,
Deixai que o Cristo nasça dentro em vós.
Livro: Parnaso de Além-Túmulo – Médium: Chico Xavier – Espírito: João de Deus.
Vós que buscais além da sepultura
A resposta de luz da Eternidade,
Nunca olvideis a Excelsa Claridade,
Que reside convosco em noite escura.
Somos todos a Grande Humanidade,
Em direção à Fonte Eterna e Pura,
Somos em toda parte a criatura
Buscando os dons supremos da Verdade.
Tendes convosco a Chama Adormecida...
Rogamos acendais a Luz da Vida,
Já que buscais mais crença junto a nós!
Se quiserdes brilhar nos Outros Planos,
Ó torturados corações humanos,
Deixai que o Cristo nasça dentro em vós.
Livro: Parnaso de Além-Túmulo – Médium: Chico Xavier – Espírito: João de Deus.
sábado, 17 de setembro de 2011
Corrida da Vida
A vida é uma grande corrida
O Pai autoriza a largada
Nascer é ponto de partida
A Morte linha de chegada
Há atletas já cansados
Já sem muita resistência
Estão porém preparados
Pois tem muita experiência
Os atletas despreparados
Tentam encurtar a corrida
Mas são por Deus reprovados
Voltam ao ponto de partida
Mas não é só espetáculo
Que move esta corrida
Há também os obstáculos
Postos pela própria vida
Como na competição
Se requer fé e vontade
O atleta só chega à perfeição
Se possuir humildade
O atleta recebe no “céu”
Por ter sido o vencedor
Das mãos de Deus um troféu
Que tem o nome de amor.
Médium: Lucia – Espírito: Um Amigo Poeta.
A vida é uma grande corrida
O Pai autoriza a largada
Nascer é ponto de partida
A Morte linha de chegada
Há atletas já cansados
Já sem muita resistência
Estão porém preparados
Pois tem muita experiência
Os atletas despreparados
Tentam encurtar a corrida
Mas são por Deus reprovados
Voltam ao ponto de partida
Mas não é só espetáculo
Que move esta corrida
Há também os obstáculos
Postos pela própria vida
Como na competição
Se requer fé e vontade
O atleta só chega à perfeição
Se possuir humildade
O atleta recebe no “céu”
Por ter sido o vencedor
Das mãos de Deus um troféu
Que tem o nome de amor.
Médium: Lucia – Espírito: Um Amigo Poeta.
sábado, 10 de setembro de 2011
AMPARO OCULTO
Não lamentes, alma boa
Contratempo que aconteça
Que a luta não te esmoreça
Nada existe sem valor.
Aquilo que te parece
Um desencanto de vulto
É sempre socorro oculto
Que desponta em teu favor.
Uma viagem frustrada
Uma festa que se adia
Uma palavra sombria
Que encerra uma diversão.
O desajuste num carro
Um desgosto pequenino
Alteram qualquer destino
Em forma de salvação.
Não chores por bagatelas
Guarda a fé por agasalho
Deus te defende o trabalho
Atuando em derredor.
Contrariedades no tempo
Quase sempre, em maioria
É amparo que o Céu te envia
Por bênção do mal menor.
Livro: Antologia da Criança – Médium: Chico Xavier – Espírito: Maria Dolores.
Não lamentes, alma boa
Contratempo que aconteça
Que a luta não te esmoreça
Nada existe sem valor.
Aquilo que te parece
Um desencanto de vulto
É sempre socorro oculto
Que desponta em teu favor.
Uma viagem frustrada
Uma festa que se adia
Uma palavra sombria
Que encerra uma diversão.
O desajuste num carro
Um desgosto pequenino
Alteram qualquer destino
Em forma de salvação.
Não chores por bagatelas
Guarda a fé por agasalho
Deus te defende o trabalho
Atuando em derredor.
Contrariedades no tempo
Quase sempre, em maioria
É amparo que o Céu te envia
Por bênção do mal menor.
Livro: Antologia da Criança – Médium: Chico Xavier – Espírito: Maria Dolores.
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